
domingo, 24 de junho de 2007
sábado, 23 de junho de 2007
DE BRASÍLIA



terça-feira, 19 de junho de 2007
ROSÁRIO
segunda-feira, 18 de junho de 2007
sábado, 16 de junho de 2007
quarta-feira, 13 de junho de 2007
ATUALIDADE

FOTO BELEZA
Certo dia resolvemos ir até ao centro do Recife-PE onde se localiza, até hoje, um estúdio fotográfico denominado FOTO BELEZA e lá fizemos a nossa primeira foto juntos.
terça-feira, 12 de junho de 2007
Origem dos MELO

Deriva este nome de uma alcunha e a família que o adoptou por apelido é da mais remota e nobre ascendência. Deriva ela, com efeito, de D. Soeiro Reimondes, o Merlo - ou «melro» -, (contemporâneo dos reis D. Afonso III e D. Dinis) que era o chefe de linhagem dos «de Riba de Vizela» e, por esta via, da dos «da Maia». Vindo para o Sul, fundou na Beira a vila de Merlo, depois Melo, sendo dela senhor, bem como de Gouveia. Do seu casamento com D. Urraca Viegas, filha de D. Egas Gomes Barroso e de sua mulher D. Urraca Vasques de Ambia, teve descendência na qual se fixaria o nome Melo. Mantem-se, na actualidade, o uso por parte de várias famílias, da grafia Mello. Na impossibilidade de saber com exactidão quem assim assina ou está registado e também por uma questão de uniformidade de critérios, adoptamos aqui a grafia moderna, i.e., Melo.
ARMAS
As armas dos Melos derivam das dos «de Riba de Vizela» e são: de vermelho, uma cruz dupla ou dobre cruz de ouro, acompanhada de seis besantes de prata; bordadura de ouro. Timbre: uma águia estendida de negro, besantada de prata.
CONDES DE MELO
Título criado por D. Maria II, rainha de Portugal por decreto de 24-01-1835 a favor de: Luís Francisco Estêvão Soares de Melo da Silva Breyner 1º conde de Melo, 1801.
Aldeias do Concelho de Gouveia MELO
Melo foi povoada por fidalgos, primeiro por Gonçalo Sousa, posteriormente por D. Soeiro Raimundo, para celebrar os seus feitos em Jerusalém, num forte chamado Melo, quando acompanhava Ricardo, coração de Leão, rei de Inglaterra, na conquista da Terra Santa, no final do século XII. No século XIII a povoação foi entregue ao cavaleiro D. Mem Soares que edificou o Paço de Melo, os seus descendentes tornar-se-iam Senhores de Melo no reinado de Afonso III. No século XIX o Paço serviu de refúgio ao bispo da Guarda durante as Invasões Francesas. O bispo ficou sepultado na Igreja Matriz de Melo, dedicada a Santo Isidoro.
Fuente: Lancastre e Távora, D. Luiz de. DFP - Dicionário das Famílias Portuguesas. Quetzal Editores, 2ª Edição, Lisboa.









